quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Estados independentes da América: Dezenas de milhares de pessoas em 20 estados desejam separação dos E.U.A após vitória de Obama.

 
  •  ·       Algo em torno de 23.000 pessoas no Texas desejam separar-se do resto dos E.U.A.
  • ·       Petições necessitam de 25.000 assinaturas
  • ·       Direito à petição ao governo é garantido pela primeira emenda

        Texto de Louise Boyle parcialmente traduzido pela Maçada.

            Embora a América tenha elegido Obama para um segundo mandato na semana que passou – nem toda a gente está a saltar de alegria com a perspectiva de mais quatro anos.
Dezenas de milhares de cidadãos puseram seus nomes em petições para secessão em 20 estados: Pedem independência do resto da nação, por meios pacíficos.  
Os documentos foram alojados no site governamental We The People (Nós, O Povo) – só o estado do Texas possui quase o número suficiente de assinaturas para garantir uma resposta oficial da Casa Branca.
 Juntamente com o Estado da Estrela Solitária, petições foram preenchidas desde o Alabama, Arkansas, Colorado, Flórida, Indiana, Kentucky, Louisiana, Michigan, Mississippi, Missouri, Montana, Nova Jersey, Nova Iorque, Carolina do Norte, Dakota do Norte, Oregon, Carolina do Sul e Tennessee. Tão ávidas estão as populações da Geórgia pela separação, que assinaram à petição duas vezes.
            Sem surpresa, a maioria destes estados votaram pelo candidato republicano Mitt Romney ainda que as petições tenham também recebido a adesão de “bastiões” liberais como Nova Iorque e Oregon.  




NOTA DE ATUALIZAÇÃO: Até o presente momento o estado do Texas conta com mais de 70,000 assinaturas pela secessão. A situação está a ficar interessante!

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2232029/The-independent-states-America-Secession-filed-20-states-election.html






terça-feira, 13 de novembro de 2012

Falou-se em "branqueamento", máno?






                             "Jornal de Angola" no dia 12/11/12, editorial não assinado:



            "As elites portuguesas odeiam Angola e são a inveja em figura de gente"...
"Enchem os bornais de dinheiro, à custa de Angola, comem à custa da Alemanha. Sobrevivem à miséria, usando como último refúgio a antiga 'joia da coroa', feliz expressão do capitão de Abril Pezarat Correia. Mas na hora da verdade, conspiram e ofendem angolanos e alemães, usando a sua máquina mediática"


       Ainda que estas "elites" modernas não representem nem de longe, nem de perto um ideal superior de elite e não coadunemos com elas, pela inépcia, desonra, impotência e materialismo grosseiro que representam; não pelo simples facto de serem a elite - observamos aqui um desabafo, irresponsável, ressentido e provocatório, de quem só alcançou "independência" graças aos grandes esquemas de subversão internacional, de um lado pelo apoio de vermelhos soviéticos e cubanos e de outro pela CIA, braço da subversão yankee, todos estes de olhos postos sobre os diamantes, o petróleo e outras riquezas. Angola é daqueles países do mundo que são tão pobres que apenas possuem riquezas naturais. As maiores riquezas, que são um povo e uma história dos quais se orgulhar, por mérito próprio, isso... Cuidado Angola, na próxima talvez não haja soviéticos e yankees para "salvar" o vosso rabo de ébano, sobretudo de ti própria.


Vejamos agora os motivos da tal "inveja" das "elites" portuguesas por Angola:

ANGOLA

IDH: 148º de 180.

PIB: 80 MM de euros

Inflação: 15%

População subnutrida: 41%

Taxa de escolaridade: 50%

Taxa de alfabetização + de 15 anos: 42%

Trabalho infantil 5-15 anos: 22%

Índice liberdade civil: 5 em 100

Índice liberdade imprensa: 22 em 100

Despesas de saúde ano/habitante: 100 euros

Taxa mortalidade infantil: 87/1000



Para finalizar e meter nojo, inicia-se aqui a campanha:








quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Identitarismo - Esperança ou Armadilha?





               A vitalidade do pensamento nacional europeu se tem manifestado nos últimos anos através do identitarismo, ou seja, de uma valorização política do conceito de identidade colectiva cultural, precisamente no contexto da irrupção brutal de um capitalismo globalizado
em nível mundial, que está a dissolver sistematicamente toda fronteira que possa colocar obstáculos a um mercado absoluto, regido pela imposição da usura como critério supremo de toda actividade económica (que torna todas as outra actividades humanas subordinadas).

                Em face a este desastroso quadro mundial, articulou-se o identitarismo como a “espinha dorsal” de um pensamento orientador da resistência dos povos para assegurarem sua sobrevivência e desenvolvimento.
                Infortunadamente, a traição de alguns expoentes do identitarismo europeu (os euro-sionistas, aqueles que para combater a invasão muçulmana na europa subordinam-se aos ditames do sionismo) tem posto em causa a validade do identitarismo, ou pelo menos a sua insuficiência conceptual para fazer frente ao desafio da invasão global.


Estas palavras são um incentivo para completar e complementar o artigo que se segue.

PETRAS PETRUS DE PETRIS.

Identitarismo 



1 Etnocentrismo
2 Partidos e movimentos identitários
3 Objectivos

Etnocentrismo
        O identitarismo é abertamente etnocentrista, rechaçando o racismo primário. Em seu lugar os identitários promovem o etno-diferencialismo, um conceito que rejeita o universalismo homogeneizador e pretende promover a preservação dos povos e de suas respectivas culturas, tendo em vista um desenvolvimento baseado no direito às diferenças e no direito dos povos disporem de si próprios.

      Para os identitários a existência das diferenças entre os povos é um facto inquestionável, seja sob a perspectiva da antropologia, da história, da cultura, das tradições, dos modos ou das mentalidades, e qualquer tentativa de convivência sobre um mesmo território torna-se inevitavelmente geradora de racismo e consequentemente de conflitos.

O termo «identitário» foi, pela primeira vez, empregado politicamente por Pierre Vial para definir uma concepção etnocêntrica do mundo, que pretendia ultrapassar o conceito de nacionalismo, por Vial considerado insuficiente para responder aos novos desafios impostos à Europa no começo do século XXI.

      Recebendo uma resposta positiva por parte de inúmeros sectores do movimento nacionalista francês, de imediato criaram-se estruturas organizativas que assumiram-se como identitárias, conduzindo à uma perceptível distinção entre o movimento nacionalista tradicional e o movimento identitário.                     
      Guillaume Luyt, dirigente do Bloc Identitaire
Escreveu: “Ao nacionalismo, ideologia de Nação, nós preferimos o patriotismo, o enraizamento carnal à nossa terra. Um patriotismo que nós ousamos afirmar ser triplo: regional (pátria carnal), francês (pátria histórica) e europeu (pátria civilizacional).”

      Os identitários portugueses da Causa Identitária, por sua parte, dizem que o identitarismo expressa-se num Europeísmo consequente “além de meras declarações de intenção sobre a amizade entre os povos europeus”, que se afirme numa Confederação Euro-siberiana, assim como através de uma autonomia histórica em nítida ruptura com os movimentos nacionalistas do passado e todavia, pela via de uma nova postura na praxis política, livre do “falso radicalismo dos gestos e formas excessivas”.

Partidos e movimentos identitários

        Seguindo o exemplo dos identitários em França, existem actualmente diversos grupos identitários em vários países europeus. Em Portugal existe a Causa Identitária, na Bélgica o partido Nation e em certa medida os flamengos do Vlaams Belang, em Espanha a Associación Metapolítica Tierra y Pueblo e o colectivo Asamblea Identitaria, em Itália existem várias associações, entre elas o Blocco Identitario e na Suíça, Les Identitaires de Romandie.

      Contudo, tem sido em França onde os identitários demonstram maior actividade, particularmente o Bloc Identitaire ou o partido regionalista Alsace d’Aboard, organizações que por diversas vezes concorreram em alguns distritos às eleições francesas.
O Bloc Identitaire reagrupa em seu seio diversos colectivos como Les Identitaires e Jeunesses Identitaires e outras associações similares como Nissa Rebela, Comite d’antraide aux prisonniers européens, Solidarité-Kosovo, Solidarité des Français e também uma editora musical chamada Alternative-s. Há também uma agência informativa na Internet, a Novopress, que foi criada pelos activistas do Bloc Identitaire, uma rede informativa que possui cerca de 22 secções
Regionais e nacionais e estes são igualmente responsáveis pela revista ID Magazine.
      Na América Latina o mais próximo que existe do Identitarismo é o Identitatio, blogue de um identitário chileno euro-descendente, próximo do Nacionalismo Branco e dirigido aos euro-descendentes do Chile e do resto da América Latina, centrado principalmente no Cone Sul, como terra de potencial identitário.

      No campo cultural e metapolítico os identitários são representados em França pela associação Terre et Peuple dirigida por Pierre Vial, a Fundación Polémia dirigida por Jean-Yves Le Gallou e também a publicação Refléchir et Agir, bem como inumeráveis blogues na Internet.

      Em resposta à criação dos “Conseil Représentatif des Associations Juives de France” (CRIF), e do “Conseil Représentatif des Associations Noires” (CRAN), Terre et Peuple e Les Identitaires criaram o Conseil Representatif des Associatins Blanches (CRAB), que “pretende lutar contra as tensões raciais, a partir de uma lógica republicana, trabalhando através da forma clássica de um grupo de pressão.”

      Por sua parte, Terre et Peuple, na pessoa de Pierre Vial, participou de uma Conferência Internacional “O Futuro do Mundo Branco”, que teve lugar em 2006 em Moscovo, por iniciativa de Guillaume Faye, e da qual saiu uma declaração conjunta de diversos dirigentes das organizações identitárias e nacionalistas.

Objectivos

A 21 de junho de 2007 os dirigentes do Bloc Identitaire, Alsace d’Aboard e Peuples, Identités et Cultures (Occitânia), criaram a Federation Identitaire, uma federação que tem por objectivo “reunir e apoiar em toda a França, a todos aqueles para quem a promoção e a defesa das identidades – sejam elas regionais, francesa ou europeias – é uma prioridade”. Esta federação deseja agregar os movimentos, associações, revistas, indivíduos, que os valores, a seriedade, a eficácia sejam compatíveis com os seguintes objectivos:


Retorno à política e ao militarismo enraizado.
Rejeição à imigração não-europeia e aos seus efeitos colaterais.
Rejeição dos centralismos parisienses e de Bruxelas.
Luta contra o liberalismo mundialista, gerador de injustiças sociais.

Por toda a Europa, múltiplas organizações nacionalistas estão para adaptar a estratégia identitária, ainda que às vezes isto não signifique que defendam um identitarismo tal como foi “apregoado” por Vial ou pelo Bloc Identitaire.
      Em França o grupo de estudos GRECE, conduzido por Alain de Benoist e Charles Champetier, apresentam-se como sendo identitário, ainda que seu conceito de identidade seja diferente ao de Guillaume Faye e de Pierre Vial, antigos colaboradores do GRECE.



                 
    
English Defense League, de braços dados com o sionismo internacional.




               


A mesma EDL de braços dados com o “Orgulho” gay, e mais uma vez em apoio ao estado sionista.
 
                  
  

Nota da Maçada: O inimigo do meu inimigo não é necessariamente meu amigo. O seu intento é unicamente usar as minhas armas em seu favor, contra um inimigo comum, para depois voltar-se contra mim.