segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
O intrépido testemunho de Sylvia Stoltz
Grande mulher! Não apenas um testemunho da verdade e da justiça, mas também da nobreza e coragem teutónicas...
VÍDEO E TEXTO AQUI
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Nancy Lanza, mãe do assassino de Connecticut trabalhava para o DARPA num programa de videojogos para controlo mental.
Mãe do assassino de Connecticut era uma psicóloga da CIA e
do DARPA: trabalhava em projectos de “controlo mental”
As novas condições existentes no actual e no futuro cenário
planetário de guerra estão a estimular o desenvolvimento de armas adequadas a
este cenário por parte daqueles que tem a intenção de serem entronizados como
novos dominadores do mundo. É assim que os vídeo-jogos estão a ser investigados
e experimentados para manipular pessoas tecnologicamente, de forma a fazer com
que os comportamentos destas na vida real sejam um reflexo do que ocorre nestes
vídeo-jogos de indução mental. Adam Lanza, o assassino de Connecticut, seria –
segundo o “despacho” que se segue – um exemplo desta manipulação experimental
(outra coisa que lhes escapou das mãos).
Petras
Novamente, encontramos nos polémicos boletins informativos
de Sorcha Faal uma explicação para um acontecimento aparentemente inexplicável
como o recente massacre num colégio em Connecticut onde morreram 27 pessoas
pelas mãos de um jovem de vinte anos. As armas utilizadas fazem parte do arsenal
usado pela CIA. O que nenhum media oficial irá revelar, é que a mãe de Adam
Lanza, Nancy Champion Lanza, trabalhava desde 2009 num programa psicológico da
CIA e da agencia de pesquisa e desenvolvimento de armas avançadas (DARPA) que
havia desenvolvido um simulador de guerra submarina chamado “Dangerous Waters”
(águas perigosas). O videojogo foi desenvolvido na base naval New London em
Groton.
Como relatou o agente da CIA Amir Mirza Hekmati, detido no
Irão, os videojogos são concebidos como armas de guerra psicológica para
justificar as ações bélicas dos E.U.A. De facto, alguns deles foram lançados no
Iraque para manipular a opinião pública sobre a invasão americana. Numaconfissão em vídeo veiculada pelo The Iranian Times, Hekmati disse que após de
deixar os marines, começou a trabalhar para o DARPA numa companhia de
videojogos chamada Kuma Games. Além do seu director, nenhum dos trabalhadores
sabia que na realidade trabalhavam para uma empresa especializada em guerra psicológica
contratada pela CIA. Como foi comentado,
o assassino de Connecticut estava sob tratamento psicológico e tudo indica que
estamos perante outro assassino MK-Ultra, inserido dentro da guerra interna
vivida pelos Estados Unidos. É muito
provável que Lanza acreditava estar a viver num videojogo quando desencadeou o
massacre. Enquanto parte dos media oficiais identificam a mãe de Lanza como
professora da escola, lá NINGUÉM A CONHECIA. O que testemunhamos na sequência
deste massacre? Uma campanha maciça dos media oficiais, manipulando a opinião pública
em favor da restrição ao uso e porte de armas nos E.U.A… Estão a planear algo
em grande, contrariamente aos legítimos interesses do cidadão americano.
Os assassinatos decrianças são parte de um programa da CIA, que põe em acção o que é proposto no livro “The HungerGames”, livro este que rendeu um filme em 2012 e em cujo videojogo trabalhava Nancy Champion,
mãe do assassino.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
E por falar em "Ditadura Global Rotschildiana", eis o documentário - Os Mestres do Dinheiro.
No último post, toquei no assunto e lembrei-me deste documentário de 1996, narrado por Bill Still e produzido por Patrick S. J. Carmack que trata das máfias da banca internacional . Esta tal crise que supostamente estamos a viver nos dias de hoje, é mais um exemplo de crises engendradas por estes "mestres" da usura e da mentira.
Sobre a Legitimidade da lei que proibe a negação do "holoconto"
Debate a respeito do Malleus Holoficarum, brilhante monografia de António Caleari, (publicado em Portugal pela Editora Chiado) questionando a legitimidade das leis que criminalizam o revisionismo. Querem simplesmente obrigar leigos e académicos, por imposição legal, a acreditarem no "holoconto" e nunca questioná-lo. Mais um taboo daquilo o que eu chamo de "Ditadura Global Rothschildiana", conhecida vulgarmente por democracia.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
A Guerra Racial já começou
Na África do Sul, o governo comunista representado pelo Congresso Nacional Africano incentiva o massacre dos brancos. Dr. Gregory Stanton, director do grupo sem fins lucrativos Genocide Watch, anunciou suas conclusões após uma missão no país: "Há uma campanha orquestrada genocida visando brancos e agricultores brancos em particular". A respeitada organização divulgou um relatório [2] sobre sua investigação pouco depois.
De acordo com especialistas e de estatísticas compiladas por cidadãos que pesquisaram as matanças, pelo menos 3.000 agricultores brancos na África do Sul, conhecidos como Boeres (da palavra holandesa para "agricultor"), foram brutalmente massacrados durante a última década. Algumas estimativas colocam os números ainda mais altos, mas é difícil saber, porque o governo comunista propositadamente torna impossível determinar a verdadeira extensão dos crimes. O certo é que ao todo 10% dos agricultores comerciais do país foram exterminados, centenas de outros estão sob ataque.
Muitas vezes, no entanto, a brutalidade vai além do simples assassinato. Boa parte das vítimas, incluindo crianças e até bebês, são violadas ou barbaramente torturadas antes de serem executadas ou deixadas para morrer. Testemunhas narraram casos onde água fervente foi despejada garganta abaixo de brancos. Outros ataques envolvem queimaduras com ferro quente e cortes de catana. Talvez o poema criado pela Renajune seja o prelúdio de algo semelhante no Brasil. * (No fim do texto, link para imagens fortes, de actos selvagens e revoltantes contra brancos na África do Sul)
Porém, por causa da liberdade de expressão ilimitada, a melhor maneira de provar o que estamos defendendo é analisando os acontecimentos actuais nos Estados Unidos da América. O líder do partido terrorista Novos Panteras Negras "General Taco" prometeu caçar e matar os brancos[3]. Sua ligação com ideologias marxistas pode ser percebida já no seu apelido, Taco, que significa: "taking all capitalists out", o que traduzido fica: "expulsando todos os capitalistas".
A ousadia dos negros americanos é tão grande, que defendem abertamente o uso de armas para atingirem seus objectivos [4]. Em outro caso curioso, Mikhail Muhammad dos Panteras Negras declarou não obedecer às leis americanas, nem mesmo a Constituição, visto que, segundo ele, são todas leis de brancos. Se ainda não se convenceu, leia esta ameaça [5] feita pelo partido no Twitter, onde o perfil pede para que brancos, aqui chamados de crackers, sejam mortos assim que forem encontrados.
Diante disso tudo, conclui-se que a Guerra Racial inevitavelmente chegará a sua casa. Os governos alinhados com o marxismo desviam dinheiro dos impostos através das Secretarias de Igualdade Racial e afins para financiar a ideologia anti-branca. Os negros também estão preparados para o combate devido ao armamento ilegal em uso na prática de assaltos e homicídios. Por conseguinte, seguem alguns conselhos ao branco prudente: não empregue ou dê oportunidades aos negros, boicote empresas que usam negros nos comerciais ou apoiem as causas deles, proíba seus parentes de ter contato com pretos e em hipótese alguma os aceite dentro da sua família. Contudo, essas medidas preventivas não são o suficiente, é preciso se armar e aprender técnicas de combate, querendo ou não você é um soldado, então prepare-se, porque a Guerra Racial já começou.
Por Osvaldo Melchior
http://aurorabrasilis.blogspot.de/2012/12/a-guerra-racial-ja-comecou.html
Referências:
1 - http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=1uC_a0lskfY
2 - http://genocidewatch.org/southafrica.html
3 - http://www.theblaze.com/stories/new-black-panther-declares-we-will-hunt-pink-aes-down-kill-em-dig-em-up-kill-em-again-again-again/
4 - http://dailycaller.com/2012/05/22/disappointed-in-obama-new-black-panthers-openly-consider-the-bullet
5 - https://twitter.com/nbpptampa/status/217104160636665856
* - http://boltonbnp.blogspot.pt/2012/03/i-killed-them-because-they-were-white.html
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
A Superstição Democrática
Por Marcos Ghio em 19/11/12
As
gerações futuras, seguramente, quando julgarem a nossa época, não conseguirão
conter as gargalhadas a respeito daquelas superstições nas quais hoje em dia
creem-se com dogmático fervor, aceitando-se como verdades incondicionais o que
não são senão absurdos facilmente refutáveis por parte do senso comum mais
elementar.
Suceder-lhes-á algo parecido com
a sensação cômica que nos causam aquelas tribos primitivas que por fazerem soar
o tambor, estão convencidas de que farão desabar torrentes de água dos céus.
Hoje
em dia reina a religião democrática, que diferente de outras que creem em
entidades transcendentes, possui uma fé cega e fanática em coisas de carácter
imanente, ainda que não menos abstractas, como sendo a famosa “Vontade Soberana
do Povo”.
O
democrata está convencido (e em função disto está disposto a perseguir com
duras inquisições a quem crê no contrário) que os seres humanos são
fundamentalmente iguais e que as desigualdades que aparecem são produtos de
circunstâncias e de “injustiças” violadoras de um direito sagrado que se encontra
inscrito na natureza de cada um em razão de uma miraculosa e sábia lei pré existente;
e que o melhor modo de fazer brotar tal igualdade essencial, postergada e “reprimida”
é através de um rito colectivo propiciatório que é o sufrágio universal, de
onde devido ao carácter “sagrado” do mesmo, este é uma correcta harmonia
preestabelecida que o rege, da mesma maneira que um deus que governa sabiamente
o universo, resolve de forma positiva suas contradições mais agudas, e fá-lo de
tal modo que a ignorância e o desconhecimento das partes sobre os temas
essenciais relativos a grandes questões de Estado convertem-se em sábias e
acertadas decisões, do mesmo modo que em se deixar o mercado actuar “livremente”,
os egoísmos singulares convertem-se em acções de bonança e bem-estar
universais.
Os
distintos sacerdotes e teólogos democratas difundem com fanático fervor a sua
fé por diferentes meios. Estão convencidos de maneira incontestável de que em
razão de tal milagrosa lei, quanto mais democracia e igualdade haja, maior será
o benefício e progresso da humanidade em conjunto. Por crerem que o superior
brota do inferior, estão sempre dispostos a outorgar a este último os maiores
dos privilégios, gerando deste modo (sem se darem conta?) uma desigualdade mais
odiosa do que a que antes existia.
Nestes
últimos dias temos visto a lei que concede o direito ao voto a meninos de 16
anos e que foi aprovada com entusiasmo pela quase totalidade dos políticos. É
de salientar que os que opuseram-se o fizeram com o argumento de que isto
ocorria porque os mesmos são mais manipuláveis que os maiores de 18 anos, o que
é tão relativo quanto aquele outro argumento que afirma que a maturidade é
simplesmente uma questão de idades. Mas o interessante aqui, é que em razão
desta crença contemporânea, de que é no inferior que se encontraria depositada
secretamente a verdade e a solução de males e problemas, sucede que a dita lei
outorga a tais crianças privilégios que os adultos não possuem. Por exemplo:
Segundo a mesma, uma criança desta idade estaria em condições de decidir se
vale a pena ou não participar de um acto eleitoral, privilégio que do contrário
não gozaríamos nós, os maiores, que em virtude de nossa fascista condição de
não termos sido capazes de perceber tal verdade revelada, se nos deve obrigar a
votar, mesmo quando não poderíamos, como as crianças, não contaminadas pelo erro,
discernir quando deve-se ou não fazer.
Uma
situação semelhante foi vivida há algum tempo com a lei das quotas femininas.
Resultou que uma vez mais, como a sociedade havia sido desigual quanto aos
sexos e “machista”, havia-se visto postergada a situação da mulher, excluindo-a
das funções políticas representativas e parlamentares, pelo que estabeleceu-se
uma quota obrigatória de mulheres entre os parlamentares sem importar, da mesma
maneira que no voto universal, se as mesmas estão ou não capacitadas para o
exercício de tais funções. Justamente pela razão deste culto ao que é inferior,
uma vez mais estabeleceu-se por lei uma nova desigualdade. Sucedeu que a quota
foi proposta unicamente para as mulheres, mas não para os homens, de maneira
que amanhã não seria ilegal um parlamento composto somente por mulheres, coisa
que estaria proibida se sucedesse o contrário. Efebocracia e ginecocracia é
então o rumo ao qual conduz-se necessariamente a sociedade democrática, e no
entanto seus sacerdotes creem fervorosamente no carácter criador do caos.
Sem
dúvida alguma que nossos descendentes rir-se-ão às gargalhadas ou
surpreender-se-ão de que tais coisas possam ter acontecido. Nós, pelo contrário
temos de suportá-las.
***
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