quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Deputado britânico George Galloway afirma: Israel deu à Al Qaeda as armas químicas usadas na Síria!
Segundo o deputado britânico George Galloway, confirma-se o ataque com armas químicas contra civis na Siria esta semana, e os responsáveis teriam sido a Al Qaeda ou os rebeldes sirios, usando munições e artefactos fornecidos por Israel.
Numa intervenção televisionada pelo canal iraniano Press TV, Galloway disse que "se houve algum uso de gás nervoso, foram os rebeldes que o utilizaram". E acrescenta: "Se foram usadas armas químicas, foi Al Qaeda quem as utilizou. Quem facultou à Al Qaeda as armas químicas? Eis a minha teoria: Israel o fez".
Os comentarios de Galloway se produzem en meio ao chamamento da comunidade internacional para que se permita aos inspectores das Nações Unidas ter acesso ao lugar do suposto ataque com armas químicas que os rebeldes afirmam que causou mais de 1.300 mortes.
O alegado número de vítimas mortais variou enormemente ao longo da semana, desde as 500 dadas en primeiro lugar pela rede mediática saudita Al Arabiya, até as 1.300, segundo os dados apresentados pela Coalizão Nacional da Siria, o principal grupo de oposição em exílio. Esta organização sustém que seus dados se baseavam nas estimativas e fotografías proporcionadas por activistas no terreno.
Imagens sem verificar de víctimas, incluidos crianças, em hospitais improvizados, sofrendo convulsões e dificuldades respiratórias tem circulado no YouTube durante toda a semana.
FONTE: Russia Today
quarta-feira, 31 de julho de 2013
O homem mais evoliano que o próprio Evola.
Ontem me deparei com um artigo que muito me
decepcionou no blog do “Centro Evoliano da América”, do prof. Marcos Ghio. O
texto intitula-se PORQUÉ DEFENDEMOS
O FUNDAMENTALISMO ISLÁMICO?
Não é a
minha intenção acirrar os debates acalorados nem as rixas existentes, que
apenas podem favorecer aos reles difamadores e idiotas que se opõem à nossa
mundividência, mas o grande problema aqui é a falta de coesão que se apresenta
entre aqueles que se identificam com o pensamento da Terceira Via. O
intelectual citado, é um homem muito inteligente e grande divulgador do
pensamento evoliano em todo o mundo. Tem razão em alguns pontos relevantes, mas
infelizmente na essência mantém uma postura, digamos; exotérica e eclética…
Cristianismo e Islamismo são religiões que reconhecem sobretudo ao judeu, a
soberania espiritual sobre o Ariano (mesmo que indiretamente), tentando
deliberadamente desqualificar e suprimir o passado pan-Ariano, a Mitologia
Ariana, os Templos Arianos (construindo sobre eles ao longo da história, as
suas sinagogas, basílicas e mesquitas, ou simplesmente destruindo-os em acções
de bárbaro vandalismo e desrespeito, como no caso mais ou menos recente dos
Budas de Bamiyam profanados pelos Talibans), e por fim; tentando obliterar,
assimilar ou levar ao “melting pot” o pouco que ainda resta biologicamente da
Raça Ariana
Ainda que algumas suratas do Corão e epístolas do Novo Testamento façam
críticas abertas ao povo judeu; a base judaica permanece lá, e com ela, todos
os profetas e personagens reais ou fictícias, com todo o imaginário mítico,
conjunto de leis e superstições. Encontraremos em ambos, o mesmo espírito
hebreu, e ANTI-ARIANO, que foi responsável por aquilo o que Nietzsche - com
razão - chamou: “A rebelião escrava na moral”, que subverteu quase todos os
valores nobres, Arianos por excelência, em blasfêmias e impiedades...
Quando o professor Ghio compara o califado islâmico ao Sacro Império, de
maneira descontextualizada e passível de levantar suspeitas acerca da sua
honestidade intelectual, isto é digno de ser rebatido!.. Ora… Em última
análise, o único califado actualmente existente, seria a Arábia Saudita. Esta
nação alinhada com as potências do mundo moderno - seria algo comparável ao
sacro Império? E o Qatar… Ou talvez o Dubai? Claro que sim! Em vários aspectos.
– Sendo o principal deles o facto do tal “Califado Islâmico” estar tão morto
quanto o Sacro Império Romano Germânico. Parece que no fundo, o fundamentalismo
islâmico que o professor defende, é o mais primitivo e selvagem possível, tal
como o do Sudão por exemplo – que de qualquer forma estaria também distante do
conceito medieval, constituindo uma espécie de fundamentalismo tribal e
telúrico.
Se a Tradição significa sermos nostálgicos e saudosistas de tempos em que não
vivemos e que infelizmente não retornarão, que fiquemos ao menos com o
poucochinho ainda subsiste das TRADIÇÕES QUE NOS PERTENCEM, pois se temos
Platão, Aristóteles e Licurgo para que diabos precisaríamos de Moisés, Paulo ou
Maomé? Se tivemos a Lacedemônia e o Sacro Império, para quê quereríamos também
o califado?
Quando
coloca os islâmicos como um exemplo na luta contra as drogas, haverá algo mais
equivocado? No Afeganistão e em outras partes do mundo islâmico existem milhões
de viciados em ópio (e derivados), haxixe e outras porcarias... Apenas não
consomem bebidas alcoólicas (ou até consomem, como na Turquia p. ex.) - Sem
falar que muitos islâmicos também desempenham um papel fundamental na produção
e distribuição de narcóticos para as redes criminosas que operam na Europa...
Quando celebra e glorifica o suposto anti-racismo do Islão (oh, saudades de Ibn
Khaldun a descrever os negros!), criticando com desdém a "barbárie
racista" europeia, não consigo deixar de notar neste discurso, um certo
desprezo pela Europa e uma falta de respeito pela própria raça, semelhante à
dos agentes globalizantes e politicamente corretos que tanto na Europa quanto no resto do mundo, ingerem e ministram todo este veneno multicultural e multi-racial da
globalização, tal como é imposto pela NOM através dos meios culturais e
mediáticos. É isto que se pode esperar de um Evoliano?
Será que este senhor tão culto, ainda não se deu conta que um dos símbolos
principais do Islão é A LUA CRESCENTE - Quem sabe, se numa oposição
simbólica à Tradição Solar?
É pena...
Infelizmente o professor não parece ter percebido a mensagem. Está
constantemente a menosprezar, atacar e criticar aqueles com os quais deveria colaborar
sem reservas e idiossincrasias, numa atitude Solar e genuinamente Evoliana.
No final do texto, usa uma figura de linguagem curiosa, retirada da tradição
paulina, e faz alusão aos ‘equivocados’ “pseudo-evolianos racistas” que
“pululam” no Velho Continente – e diz: "Talvez Deus os tenha cegado"… Assumindo que por “Deus” se refere ao demiurgo abraâmico, o deus
desconhecido (ou não reconhecido) sobre o qual certamente Parāśara
fala a Maitreiya no sexto livro do Vishnu Purana (e que pela segunda vez é
usado por alguém para refutar os argumentos do professor), quando descreve
alguns aspectos da Kali Yuga e diz que -“deuses não reconhecidos
receberão honra”- Pois bem, isto faz remeter a um episódio da tradição
paulina do novo testamento, passado justamente em Atenas – “berço da democracia”
- onde o fariseu Paulo de Tarso no meio do seu trabalho de
subversão, típico da alma judia, nos oferece a confirmação da visão de Parāśara
Muni sobre a Era de Kali.
"E,
estando Paulo no meio do Areópago, disse: Varões atenienses, em tudo vos vejo
um tanto supersticiosos; porque, passando eu e vendo os vossos santuários,
achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Este, pois,
que vós HONRAIS não o conhecendo é o que eu vos anuncio." ATOS 17:22,23
**
Que o Mundo
Moderno e que o Ocidente devem mudar radicalmente ou perecer; isto é FACTO, mas
pretender elevar o mundo islâmico a um estatuto exemplar e sem mácula do que é
(ou deveria ser) a Tradição, ao ponto de subscrever uma tal “aliança” quimérica com o fundamentalismo islâmico - das duas, uma: Isto é ingenuidade ou má intenção. Em virtude deste tipo
de interpretação desastrada, embora douta; a obra de Evola não é encarada da
maneira correcta e com a devida seriedade por alguns círculos dentre os poucos
indivíduos e grupos do Ocidente que ainda pretendem resistir contra a
perpetuação do caos da pós-modernidade. Os homens da terceira via não se ajoelham
perante deus nenhum, muito menos perante o deus semita.
Evola, sabia ressaltar os pontos positivos de todas as tradições, e muitas
vezes incluía mesmo alguns povos não-ocidentais e até selvagens em suas
apreciações, como exemplos da atemporalidade e universalidade do mundo da
Tradição, mas nunca, em hipótese alguma defendeu uma mundividência estranha em
detrimento da Ariano-Romana, muito menos demonstrou alguma vez uma postura
servil para com interesses e tipos de ascese que fossem alheios à identidade
Ariana. Escreveu de maneira inequívoca, vedada a interpretações ecléticas:
“As denominadas religiões de salvação (religiões abraâmicas) – as Erlösungsreligionem, como se diz em alemão – não aparecem seja no Oriente como no Ocidente, senão tardiamente, após o relaxamento da tensão espiritual original, de uma ofuscação da consciência olímpica, e não como última causa; por INFLUXO de ELEMENTOS ÉTNICOS-SOCIAIS INFERIORES.” – Julius Evola in “A Doutrina do Despertar”, cap II – A Arianidade da Doutrina do Despertar.
***
terça-feira, 23 de julho de 2013
Ainda sobre a questão Síria - Alain Soral
Tudo aquilo o que já desconfiávamos... Lindo será quando o feitiço se virar contra os feiticeiros.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Ex-ministro das Relações Exteriores francês admite que a guerra na Síria foi orquestrada pelo Governo Inglês e pela França.
(Na foto, soldados sírios mortos por 'rebeldes "que apoiam a Grã-Bretanha, França, EUA e todos os países islâmicos de maioria sunita)
O ex-ministro das Relações Exteriores de
França admite que a operação anglo-francesa contra Assad estava
"preparada, concebida e organizada".
As declarações revelam a exactidão da nossa
análise e a traição dos governos ocidentais. Estamos verdadeiramente nas mãos
de traidores, que só servem aos propósitos sombrios da Nova Ordem Mundial.
Roland Dumas disse (sobre a guerra na Síria): "Esta operação é
antiga. Foi preparada, concebida e organizada ".
O ex-ministro das Relações Exteriores
francês Roland Dumas, disse recentemente à rede de notícias síria SANA que os
planos para derrubar Assad estavam na mesa antes da eclosão da
"crise" que levou à uma trágica guerra civil.
Dumas, sobre a situação na Síria,
declarou à SANA em 01 de julho que antes da eclosão do conflito, dois homens se
aproximaram dele numa festa em Londres, perguntando "se ele iria
participar na elaboração de um ataque à Síria para derrubar seu governo. "
O ministro das Relações Exteriores
francês disse que rejeitou a oferta, "mas os acontecimentos demonstraram
que aquilo o que lhe haviam comentado àquela noite era a sério."
Dumas também assegurou uma outra emissora que as pessoas em questão eram
" altos funcionários britânicos":
"Deixe que eu lhe diga: Eu estava a
negócios na Inglaterra dois anos antes do surto de violência na Síria. Eu me
reuni com altos funcionários britânicos, que me confessaram que eles estavam a
planear algo na Síria ".
O ex-ministro concluiu que a invasão, ou a subversão da Síria era um
plano essencialmente britânico, e que, segundo ele, seria levado a cabo através
de "uma invasão de rebeldes".
"Isto aconteceu na Grã-Bretanha, e
não os Estados Unidos", disse Dumas. " A Grã-Bretanha estava a
planear uma invasão de rebeldes na Síria. Até me perguntaram, embora eu já não
fosse ministro das Relações Exteriores, se eu queria participar. Naturalmente,
eu recusei; disse-lhes que sou francês e não estava interessado. "
Assim como o Irão, as declarações do
ex-líder francês mostram claramente que a Síria está na mira da agressão
anglo-francesa já há bastante tempo. Roland Dumas, que foi ministro de François
Mitterand no final dos anos 80 e início dos 90, não explicou as razões pelas
quais ele foi abordado pelos dois conspiradores, mas disse que estes entraram
em contato com ele antes da eclosão da atual crise Síria. Isto aponta para uma
trama cuidadosamente planeada para derrubar o governo de Assad para favorecer os
interesses “ocidentais”.
Dumas acrescentou:
"Esta operação já vem de longa
data. Foi preparada, pré-concebida e organizada... Pela sua localização
geográfica é importante notar que o regime sírio tem uma postura muito
anti-Israel ".Portanto,", prosseguiu Dumas, “ tudo o que se passa na
região, "... - E eu sei porque um ex-primeiro-ministro israelita me disse:
vamos tentar manter boas relações com os nossos vizinhos, mas destruiremos
aqueles que discordarem de nós. É uma política determinada, e até mesmo uma
visão da história, porque não?.. Mas é preciso que se saiba. "
As palavras e advertências de Dumas
devem ser levadas em conta por todos os que desejam examinar as presentes
actuações do Ocidente em relação à Síria. Conforme enfatizado pelo ex-ministro
francês, a posição do ex-presidente Nicolas Sarkozy e do actual presidente
François Holland sobre a guerra da Síria é algo como: "não é este o
caminho que conduz à paz na Síria." Desestabilizar a Síria é exactamente o
que a aliança ocidental tem em mente. Ordem a partir do caos.
Conforme relatado por SANA, Dumas
acredita que a actual conjuntura internacional gerada em torno da situação da
Síria acentua as políticas adoptadas há anos para o mundo árabe, sublinhando
que as políticas ocidentais nestas questões, não são políticas de manutenção da
paz, mas da guerra, e ele pessoalmente se opõe à guerra, portanto, apoia o
caminho que conduz à paz.
Traduzido do Inglês por Rodrigo Bueno e Traduzido do Espanhol por Internacional Futurista
***
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Democracia
Se carga de razón el mentiroso
si engaña a mucho gil con su falacia:
qué gran invento es la democracia,
que da por bueno el mal si es numeroso.
Revancha del mediocre y envidioso
que así el resentimiento vulgar sacia,
trampantojo mendaz, chiste sin gracia,
truco del almendruco ponzoñoso.
Pretexto de traidores y ladrones,
edén del charlatán y del banquero
do el que más ha robado, más disfruta.
¿El gobierno del pueblo? ¡Los cojones!
Lo que consagra este bebedero
es el poder de los hijos de puta.
si engaña a mucho gil con su falacia:
qué gran invento es la democracia,
que da por bueno el mal si es numeroso.
Revancha del mediocre y envidioso
que así el resentimiento vulgar sacia,
trampantojo mendaz, chiste sin gracia,
truco del almendruco ponzoñoso.
Pretexto de traidores y ladrones,
edén del charlatán y del banquero
do el que más ha robado, más disfruta.
¿El gobierno del pueblo? ¡Los cojones!
Lo que consagra este bebedero
es el poder de los hijos de puta.
Autor Desconhecido
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Israel: A Terra Prometida do Crime
A Wikileaks continua a surpreender. Informações confidenciais
provenientes do próprio Israel e da embaixada americana de Tel Aviv demonstram
que Israel se converteu no centro global do crime organizado. (Petras, o carteiro.)
Uma das mais surpreendentes filtragens de informações
levadas a cabo pela Wikileaks, que logo foi encaminhada para os principais
jornais do mundo, é uma denúncia da própria Embaixada Norte-Americana em Israel,
intitulada: “Israel: A Terra Prometida
do Crime Organizado”.
Na denúncia, está uma investigação minuciosa sobre os maiores
criminosos da actualidade (por coincidência, todos eles judeus) e adverte às agências
Norte-Americanas a respeito das suas acções criminosas e a periculosidade que
representam paras os E.U.A.
Nenhum dos jornais atreveu-se a difundir a referida
denúncia, porque todos os bandidos citados na denúncia são judeus e os
responsáveis pelos jornais além de serem meros assalariados dos mesmos, não tem
nenhum compromisso com a verdade.
O próprio Julian Assange afirmou numa entrevista que a
Wikileaks tem 3.700 artigos relacionados com Israel e as fontes de 2.700 destes
artigos provém do próprio Estado de Israel.
Praticamente nenhuns dos gigantes mediáticos os difundiram. “Os jornais The Guardian, Le Monde e El
País difundiram apenas 2% dos documentos secretos relacionados com Israel. O
The New York Times inclusivamente, não pode publicar mais devido à
susceptibilidade da comunidade judaica dos E.U.A”, disse Assange.
A denúncia da embaixada americana afirma que Israel é o
centro mundial de muitos sindicatos do crime organizado. “ O crime organizado tem raízes há muito estabelecidas em Israel, mas nos
últimos anos tem havido um forte aumento do alcance e do impacto destes cartéis
criminosos. O crime organizado em Israel tem hoje um alcance global com um
impacto directo dentro dos Estados Unidos. Se estão, actualmente a utilizar
todas as ferramentas disponíveis para negar aos figurões do crime organizado
israelitas acesso aos E.U.A. para que fomentem suas actividades criminais em
solo americano”.
A denúncia continua, dizendo que “o crime organizado alcança os escalões mais altos do governo de Israel”.
O maior criminoso buscado pelo FBI é um judeu chamado Semion Mogilevich.
É intocável por ser judeu, manobra o tráfico de armas a
nível mundial, o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, contrabando de obras
de arte e tráfico de escravas brancas. É auxiliado pela Mossad e por toda a colectividade judaica que o vê como um herói.
Segundo um informe secreto do FBI em 1998, Mogilevich é o
gângster mais perigoso do mundo.
Controla a Máfia Russa, mas sua organização criminosa
judaica chama-se Máfia Vermelha para
a diferenciar do resto. Mogilevich nasceu na Ucrânia e tem 52 anos.
Mogilevich alicia milhões de mulheres eslavas e converte-as
em escravas sexuais em Israel com total impunidade. Em Israel o mercado de
escravas é manejado pelo judeu Jacob
Golan. Segundo o governo da Ucrânia, em 30 anos, mais de 400 mil mulheres
ucranianas foram aprisionadas em redes de prostituição em Israel. A Organização
Internacional de Migração calcula que pelo menos 500 mil mulheres da Europa do
Leste trabalham em redes de prostituição na Europa Ocidental e noutros países
do Ocidente. Uma tragédia humana de enormes proporções.
Mogilevich jamais foi exposto nos meios de comunicação.
Os nove maiores delinquentes organizados da Rússia actual
são de origem judia, Nenhum é branco cristão ou pagão, mas em todos os filmes de
Hollywood, os integrantes da máfia russa aparecem sempre como cristãos com
tatuagens de cruzes nos seus corpos.
Os bandos judeus da Rússia possuem fortes conexões com os
sindicatos criminosos judaicos em todo o mundo. Um dos criminosos citados na denúncia
é o judeu Isaac Alperon, cuja
família controla toda a classe de negócios sujos em Israel.
Nos E.U.A., a origem da primeira organização criminosa, não
se deve à presença da colectividade siciliana, mas por uma organização
criminosa claramente judia baptizada “Murder
Incorporated”. Seus integrantes foram os que efectivamente iniciaram o
crime organizado, não os italianos. Da Murder Inc.são provém a maioria dos
chefes do crime organizado dos Estados Unidos. Um dos líderes desta organização
foi o judeu Meyer Lansky, eterno
rival de Al Capone. Outro da mesma
época foi o judeu Bugsy Siegel e
também Gurrah Shapiro, mas eram centenas,
os judeus dedicados a actividades criminosas. O Gângster “Dutch” Schultz, fez-se passar deliberadamente na imprensa por
holandês e alemão, porque na realidade era judeu e o seu nome real era Arthur Flegenheimer, um indivíduo 100%
judeu, de pai e mãe. Um escritor judeu da actualidade, Rich Cohen, escrevendo sobre o tema dos gângsteres assassinos de
origem judaica dos E.U.A., destacou que “são
a expressão mais pura do espírito judeu”
Dois grandes fraudadores de centenas de milhões de dólares
nos últimos anos em Wall Street eram
judeus, Michael Milken e Ivan Boesky, que receberam penas
semelhantes a um ladrãozeco que rouba chiclets num quiosque.
Outro vigarista peso pesado foi o judeu Marc Rich, que estava foragido da justiça norte-americana por
fraude e burla, havia inclusivamente violado a liberdade sob fiança. Foi
indultado por Bill Clinton horas antes de terminar o seu mandato.
Na denúncia também aparece Bernard Madoff, outro vigarista judeu que roubou milhares de
milhões de dólares no séc. XXI.
Goldman Sachs, com todas as fraudes que cometeu pelo mundo é
dirigida pelos judeus Blankfein e Cohn.
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