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sábado, 22 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Cossaco que se preze, deve tratar pussies rebeldes na base da chibata!
SIMPLESMENTE HILÁRIO!
"Frequentas pussies rebeldes? Não te esqueças da chibata" - Assim Falou Zaratustra
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Dresden, 13 - 15 de Fevereiro de 1945 - Um holocausto verdadeiro.
Hoje, 69 anos depois, muita coisa mudou, excepto pelo facto de que as mentiras permanecem vivas, assim como o inimigo e o fato de que ainda estamos aqui. Feridos, marginalizados, mas ainda de pé e lutando. Eles venceram a batalha, mas nós venceremos a guerra. Afinal de contas, já estamos mortos. Vivemos no tempo e combatemos na eternidade, encarnando o espírito da Revolução e da guerra perpétuas. Somos aqueles que jamais depuseram as armas. Somos os filhos de Dresden, as mulheres de Berlim e de Roma e os anônimos de Katyn. Somos os desaparecidos da Prússia Oriental e dos Sudetos, assim como aqueles que sucumbiram nos campos da morte americanos e durante o Plano Morgenthau. Somos os combatentes fuzilados, as crianças órfãs e as famílias arrasadas. Nós jamais esquecemos dos nossos mártires e daqueles que falhamos em proteger uma vez. Nós jamais perdoamos nossos inimigos pela sua carnificina e jamais esquecemos nosso dever como soldados, o nosso juramento de revelar a verdade ao mundo.
Não somos movidos pelo amor, mas pelo ódio. Não podemos amar esta ilusão, nem a condição deplorável à qual este mundo chegou, graças à vitória de nossos inimigos. Nós somos os gritos de justiça de cada inocente morto e oculto, somos a espada de cada soldado caído e o escudo de cada pátria ocupada. Nosso retorno é inevitável e certo. Assim como Dresden, Tel Aviv e Washington vão queimar nas chamas do inferno. Ofereceremos aos nossos mártires o sangue de nossos inimigos. Nós somos a vingança!
Victor
O Inferno de Dresden
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Lombroso discordaria deste post...
Assistindo a um programa sobre as prisões americanas no canal Foxcrime, me dei conta de que os presidiários americanos acabam por ser criaturas mais honestas e dignas que os defensores do "multiculti" e da mistureba... O primeiro critério de afirmação, separação e auto defesa por eles adoptado é o da RAÇA, o segundo; o imperativo da marginalização e segregação do fraco dentro de cada grupo, esmagando-o até que se torne forte e conquiste o respeito dos demais, ou então até que quebre de uma vez, enlouqueça ou morra. Sem dúvida que essa escumalha delinquente e decadente de brancos, pretos e chicanos têm muito a ensinar aos canalhas demagogos que governam o mundo e promovem o declínio dos povos.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
GUERRA COLONIAL PORTUGUESA 1961 - 1974
Espero que perdoem a um estrangeiro intrometer-se
neste grupo, mas é preciso
que alguém diga certas verdades.
que alguém diga certas verdades.
A insurgência nos territórios ultramarinos portugueses
não tinha nada a vercom movimentos nacionalistas. Primeiro, porque não havia
(como ainda não há) «uma nação angolana, uma nação moçambicana ou uma nação
guineense, mas sim diversos povos dentro do mesmo território. E depois, porque
os movimentos de guerrilha foram criados e financiados por outros
países.
ANGOLA – A UPA, e depois a FNLA, de Holden Roberto
foram criadas pelos americanos e financiadas (directamente) pela bem conhecida
Fundação Ford e (indirectamente) pela CIA.
O MPLA era um movimento de inspiração soviética, sem
implantação tribal, e financiado pela URSS. Agostinho Neto, que começou a ser
trabalhado pelos americanos. só depois se virando para a URSS, tinha tais
problemas de «alcoolismo que já não era de confiança e acabou por morrer num
pós-operatório. Foi substituído pelo José Eduardo dos Santos,
treinado,financiado e educado pelos soviéticos.
A UNITA começou por ser financiada pela China, mas,
como estava mais interessada em lutar contra o MPLA e a FNLA, acabou por ser
tolerada e financiada pela África do Sul. Jonas Savimbi era um pragmático que
chegou até a um acordo com os portugueses.
MOÇAMBIQUE - A Frelimo foi criada por conta da CIA. O
controleiro do Eduardo Mondlane era a própria mulher, Janet, uma americana
branca que casou com ele por determinação superior. Mondlane foi assassinado por
não dar garantias de fiabilidade, e substituído pelo Samora Machel, que
concordou em seguir uma linha marxista semelhante à da vizinha Tanzânia. Quando
Portugal abandonou Moçambique, a Frelimo estava em tal estado que só conseguiu
aguentar-se com conselheiros do bloco de leste e tropas
tanzanianas.
GUINÉ –- O PAIGC formou-se à volta do Amílcar Cabral,
um engenheiro agrónomo vagamente comunista que teve logo o apoio do bloco
soviético. Era um movimento tão artificial que dependia de quadros
maioritariamente cabo-verdianos para se aguentar (e em Cabo Verde não houve
guerrilha). Expandiu-se sobretudo devido ao apoio da vizinha Guiné-Konakry e do
seu ditador Sékou Touré, cujo sonho era eventualmente absorver a Guiné
portuguesa.
Em resumo, territórios portugueses foram atacados por
forças de guerrilha treinadas, financiadas e armadas por países estrangeiros.
Segundo o Direito Internacional, Portugal estava a conduzir uma guerra legítima.
E ter combatido em três frentes simultâneas durante 13 anos, estando próximo da
vitória em Angola e Moçambique e com a situação controlada na Guiné, é um feito
que, miitarmente falando, é único na História
contemporânea.
Então porque é que os portugueses parecem ter vergonha
de se orgulharem do que conseguiram?
Jonathan Llewellyn
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Bastardos Inglórios provando do próprio veneno...
Os judeus são tão engraçados! Só usam máscaras na "nossa" presença, pensando que não sabemos o que eles tentam esconder. AHAHAHAHA
Cruzando dados:
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Governo americano à beira da insolvência...
Bloomberg prevê o apocalipse da economia global
Os EUA ainda não conseguem definir
uma solução para a crise orçamental, o que, por sua vez, adia as
negociações sobre outro tema importante – o de aumento do teto da dívida
pública. No entanto, a falta de notícias dos EUA já faz com que os
mercados mundiais comecem a sentir febre.
Por
sua vez, a agência Bloomberg prognostica um apocalipse global, caso o
congresso americano não seja capaz de encontrar uma solução até 17 de
outubro. Para esta data, o tesouro público dos EUA ficará apenas com 30
bilhões de dólares, o que equivaleria a uma falência técnica da maior
economia mundial.
A
Bloomberg, uma das mais prestigiosas agências de informação
empresarial, prediz o colapso da economia mundial, se os EUA declararem a
suspensão do pagamento da dívida e não estiverem em condições de pagar
as obrigações estrangeiras. Os analistas comparam a suspensão do
pagamento da dívida com a falência do banco de investimento Lehman
Brothers que antecedeu a crise de 2008, e afirmam que agora tudo vai ser
ainda pior. Naquela altura, a quebra do Lehman Brothers provocou uma
recessão, a mais grave desde os tempos da Grande Depressão nos EUA,
tornando-se ponto de partida da crise financeira global, da qual o mundo
não se consegue recuperar até ao momento atual.
Se
agora os EUA pararem de pagar a dívida, isto levará à desestabilização
dos mercados de valores desde São Paulo até Zurique, paralisando o
mecanismo creditício ao serviço da dívida pública, cujo valor atinge 5
trilhões de dólares. Por sua vez, o último derrubará a moeda americana
empurrando a economia global para o "fim do mundo", acreditam na
Bloomberg. Os países que investiram nos títulos americanos mais que
todos – a China e o Japão – serão os mais afetados. Enquanto isso, uma
semana de paralisação do governo dos EUA já reduziu em 0,2% os ritmos de
crescimento do PIB.
A
situação é bastante complicada. São a reputação dos EUA e o sistema
político do país que sofrem maiores prejuízos devido à incerteza
orçamentária, julga Valeri Piven, analista da empresa Life Capital
ProBusinessBank:
“Os
investidores começam a duvidar da eficiência do aparelho estatal dos
EUA. No que diz respeito a outros efeitos vinculados ao pagamento dos
serviços da dívida pública, serão danificados praticamente todos,
inclusive os países que não têm investimentos volumosos. Porque a taxa
de títulos do tesouro é um marco de referência sui generis. No caso de
aumento dos riscos de não-pagamento essa taxa irá crescer, e logo a
seguir irão crescer também as taxas de todas as obrigações existentes no
mundo. Em resumidas contas, o custo dos empréstimos será maior.”
O
Congresso dos EUA ainda tem nove dias para a salvação. No entanto, a
confrontação dos democratas e dos republicanos continua, comenta Alexei
Golubovich, presidente da companhia Arbat Capital:
“No
Congresso está decorrendo uma luta entre os republicanos e os
democratas que disputam concessões em algumas verbas do orçamento e
também o programa de seguro de saúde, o qual os republicanos pretendem
cortar, enquanto Obama atua, neste caso, desde uma posição populista.
Este é o significado de todos os acontecimentos. Os republicanos
precisavam inicialmente de bloquear o financiamento orçamentário do
governo, o que eles alcançaram fazer, para mostrarem que, seja como for,
têm algumas forças para continuar resistindo ante Obama.”
Muitos
especialistas não compartilham o pessimismo da Bloomberg e o consideram
prematuro. Eles acreditam que o desenvolver da situação não chegará até
a moratória. Mais cedo ou mais tarde, pensam eles, os republicanos e os
democratas irão acordar no Congresso tanto sobre uma possível redução
das despesas como sobre o aumento do teto da dívida pública, crê Alexei
Golubovich:
“O
limite da dívida publica não pode ficar sem ser aumentado, o que é
evidente para sérios economistas e especialistas em matéria de mercados
financeiros, portanto não se pode tratar de nenhuma falência dos EUA.
Nos EUA será encontrada uma forma de chegar a acordo e as despesas
orçamentárias prosseguirão sendo financiadas. Na melhor das hipóteses, o
orçamento ficará ligeiramente cortado sob a pressão dos republicanos;
na pior opção, os republicanos se renderão.”
Raymond
McDaniel, CEO da Moody’s, influente agência de notação financeira,
também não duvida que a falência dos EUA é pouco provável. Segundo ele, a
versão da moratória por parte do Tesouro é "fantástica”. Ao
argumentá-lo McDaniel se refere aos acontecimentos de há dois anos.
Naquela altura, a decisão sobre o aumento do teto da dívida pública
também demorou bastante tempo devido à confrontação no congresso, mas
afinal de contas os republicanos e os democratas lograram chegar ao
consenso.
Fonte: Rádio Voz da Russia
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Esquerda e Direita: duas atitudes
Observando os grupos políticos da esquerda revolucionária e paralelamente os grupos que nos seus antípodas evoluem, a que podemos chamar de direita revolucionária (usando aqui os termos por mero comodismo taxonómico, sem qualquer preocupação de rigor), com frequência detectamos duas atitudes mentais bem distintas no que se refere ao seu relacionamento com o meio exterior envolvente. Os da esquerda vivem numa permanente necessidade expansiva. Os grupos e militantes típicos, mesmo que internamente assumam características de seita, estão sempre virados para o exterior, procuram incessantemente conquistar, conquistar espaços, gentes e território, e para isso tentam doutrinar, argumentar, convencer, seduzir, atrair – ocupar a sociedade para além das suas fronteiras. Como são habitados por uma visão total do mundo e da vida, nada lhes é estranho, e nenhum terreno lhes é alheio. Estão sempre presentes, a todo o momento e em toda a parte. A bem dizer, a esquerda sente-se incomodada pela sensação de que há vida fora dos seus domínios. Todos os que estão de fora lhe fazem falta. Todos são potenciais aderentes, a converter pela missionação ou quiçá por métodos mais impressivos. O proselitismo é a sua natureza. Sendo as sociedades modernas dependentes da opinião pública e mediatizadas até ao paroxismo, essa sua atitude faz com que a esquerda parta sempre em vantagem no combate político. Em tempos normais, a tendência será para que esses grupos e ideias cresçam em adesões e simpatias. Só não acontece assim quando a realidade se encarrega de lhes ensombrar a narrativa, e descredibilizar o discurso. Inversamente, os grupos que acima foram designados como direita revolucionária vivem em geral virados para dentro, para si próprios. Vivem intensamente as suas certezas, e confortam-se com a realidade que as confirma, como geralmente acontece, tarde demais. Basta-lhes ter razão, e pouco lhes importa que ela tenha o reconhecimento geral. Desprezam o exterior, o meio envolvente, e não se cansam de manifestar esse desprezo. Os que estão de fora são culpados de viver no erro, e mais não merecem. Como se ouve dizer muitas vezes nesses agrupamentos, só faz falta quem está. Ou, por outras palavras, poucos mas bons. O seu relacionamento com o exterior, mesmo com os mais próximos, é com frequência marcado pelo antagonismo, pela crispação, pela hostilização. Quem está de fora não conta. Há um acentuado tribalismo: nas leituras, nos convívios, nas actividades, vive-se centrado nos nossos, nos fiéis, nos que já são. Não é difícil compreender assim que em regra esses grupos não possuam qualquer virtualidade de expansão, nem consigam criar empatias no vulgo. Embora frequentemente habitados por militantes generosos e sacrificados, por vezes em dimensão heróica, a verdade é que se limitam a permanecer, enquanto não se vão desfazendo por cansaço de uns e desilusão de outros, ou pela sensação de inutilidade de muitos. Crescer é que não crescem, a não ser quando o momento histórico de excepção lhes traz vento favorável. Mas por si mesmos falta-lhes o ímpeto, a vontade, o gosto da conquista de outros públicos e outros terrenos. Pelo contrário, o que se encontra não poucas vezes é o horror instintivo a tudo o que se situa fora do círculo de conforto rigidamente demarcado – nada de misturas, como também se chega a ouvir. Dito isto, não surpreende a conclusão. Quanto mais não fosse pelas duas atitudes psicológicas opostas sumariamente descritas, é indubitável a superioridade metodológica da esquerda no confronto que se trava pela captação da opinião e das multidões, primacialmente localizado no campo mediático, o que diminui seriamente a direita nos combates políticos que vão surgindo (sempre determinados pela agenda adversária).
Publicado por Manuel em: O Sexo dos Anjos
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Deputado britânico George Galloway afirma: Israel deu à Al Qaeda as armas químicas usadas na Síria!
Segundo o deputado britânico George Galloway, confirma-se o ataque com armas químicas contra civis na Siria esta semana, e os responsáveis teriam sido a Al Qaeda ou os rebeldes sirios, usando munições e artefactos fornecidos por Israel.
Numa intervenção televisionada pelo canal iraniano Press TV, Galloway disse que "se houve algum uso de gás nervoso, foram os rebeldes que o utilizaram". E acrescenta: "Se foram usadas armas químicas, foi Al Qaeda quem as utilizou. Quem facultou à Al Qaeda as armas químicas? Eis a minha teoria: Israel o fez".
Os comentarios de Galloway se produzem en meio ao chamamento da comunidade internacional para que se permita aos inspectores das Nações Unidas ter acesso ao lugar do suposto ataque com armas químicas que os rebeldes afirmam que causou mais de 1.300 mortes.
O alegado número de vítimas mortais variou enormemente ao longo da semana, desde as 500 dadas en primeiro lugar pela rede mediática saudita Al Arabiya, até as 1.300, segundo os dados apresentados pela Coalizão Nacional da Siria, o principal grupo de oposição em exílio. Esta organização sustém que seus dados se baseavam nas estimativas e fotografías proporcionadas por activistas no terreno.
Imagens sem verificar de víctimas, incluidos crianças, em hospitais improvizados, sofrendo convulsões e dificuldades respiratórias tem circulado no YouTube durante toda a semana.
FONTE: Russia Today
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