terça-feira, 7 de agosto de 2012

Resistir é preciso!

 "As forças armadas travam uma batalha heroica e crucial da qual depende o destino do nosso povo e da nossa nação, porque o inimigo está hoje entre nós, utilizando agentes internos como meio para desestabilizar a pátria, a segurança dos cidadãos e continuar a explorar os nossos recursos económicos e científicos"


A pergunta que não quer calar: o "Observatório Sírio dos Direitos Humanos" (provavelmente uma ONG, grupo fictício ou serviço de inteligência alógeno)tem também contabilizado o número de vítimas dos rebeldes?

COMBATENTES NÃO SÃO CIVIS!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Parabéns Russia!

A maioria das ONGs
são agentes estrangeiros, financiadas a partir do estrangeiro, com objectivos estrangeiros, imiscuindo-se em assuntos locais.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

“Deus ex Machina”, super-idiotas semi robóticos e o rumo temerário do mundo tecnológico.

                               Imagem: H.R. Giger
       


         Apresentaremos excertos de um artigo acadêmico publicado em 1993 por Vernor Vinge, então professor de matemática e cientista da computação na San Diego State University. Vinge dá continuidade a um terrível “vaticínio” da ficção científica do século XX que muitos cientistas, tecnocratas, filósofos, políticos, magnatas excêntricos e control freaks (Rockfeller, Rothschild, Gates, Kurzweil etc.) do mundo pós-moderno vem trabalhando arduamente para cumprir. Está claro neste texto, o que a N.O.M. trará à realidade nas próximas décadas: Trata-se da criação da Inteligência Artificial mais-que-humana, que visa trazer a obsolência à espécie humana, tornando o homem não só completamente dependente da máquina, mas submetido à vontade da mesma. Pode parecer pura ficção científica, mas a verdade é que NÃO SE TRATA DE FICÇÃO, mas de FACTOS! A University of Singularity é um projecto em marcha:  http://singularityu.org/
 
   Nas ultimas décadas a capacidade de processamento e armazenamento das máquinas vem crescendo numa proporção geométrica enquanto as da “humanidade” permanecem estáticas (no que toca as massas populares é provável que estejam mesmo em franco declínio), a Inteligência Artificial e a nanotecnologia têm realizado grandes progressos e a globalização já é uma realidade há décadas.

    Recomenda-se aos entusiastas da tecnologia, que comecem activamente a tomar partido nos aspectos políticos e filosóficos das tecnologias, de modo que não sejamos apanhados de surpresa e nos tornemos vítimas da exponenciação de nossa própria burrice. Elaboramos alguns questionamentos de ordem filosófica/ lógica/ semântica que poderão solucionar algumas dúvidas (e despertar muitas outras) sobre I.A. e sobre o que passaremos a chamar de I.A.S.H – Inteligência Artificial Supra-Humana (ou sobre-humana).

1 – Nosso conhecimento sobre o Universo e suas forças, o funcionamento total do cérebro humano, sobre o genoma e sobre o nosso próprio planeta são actualmente COMPLETOS ou serão completos daqui a duas décadas? Serão estes conhecimentos suficientemente confiáveis para criarmos a I.A.S.H com base em dados exactos, verdadeiros e imutáveis? 

2 – Quem estaria no topo da “pirâmide” da singularidade, com a “chave mestra” além daqueles que estão a criá-la? - Algum partido político, sociedade secreta, grupo religioso, raça – Ou ainda, um só homem hibridizado com a máquina, que possuiria todas as informações a respeito de tudo, resultando num poder inimaginável e inigualável?  

3 – Se Deus está morto e o espírito humano é inexistente, teria a máquina “consciência” disto? Qual seria a resolução lógica para o problema? Quem matou Deus? – O homem. Quem criou a máquina; - o homem… A máquina teria reverência pelos seus criadores ou aprenderia com o homem a “livrar-se” do seu Criador? 

4 – Sendo a I.A.S.H uma inteligência exacta, porém com capacidades de abertura à abstração, ela teria dúvidas? Estaria sujeita a falhas de interpretação e execução? Seriam capazes de auto corrigirem-se eliminando falhas intrínsecas engendradas (por default) pelos “arquitetos” nas I.A.S.H de 1ª geração? Uma vez mais: Seríamos considerados a falha primordial?

Julguem por vocês mesmos...

Segue abaixo a primeira parte do artigo:
 O que é singularidade?
Por Vernor Vinge
A aceleração do progresso tecnológico tem sido o aspecto central deste século. O meu argumento neste trabalho é que estamos no limiar da mudança, comparável ao aparecimento da vida humana na Terra.
 A causa precisa desta mudança é a iminente criação pela tecnologia de entidades com inteligências superiores à humana.
Há muitos meios pelos quais a ciência pode alcançar esta ruptura (e esta é outra razão para acreditar que este evento irá ocorrer):
·         Poderão ser desenvolvidos computadores que serão “despertos” e com inteligência supra-humana. (Para já, tem havido muitas controvérsias, sobre se podemos criar equivalência humana na máquina. Mas a resposta é “ sim, nos podemos”, então há pouca dúvida de que seres mais inteligentes poderão ser construídos em breve.)
·         Vastas redes de computadores (e seus usuários associados) poderão “despertar” como uma entidade de inteligência sobre-humana.
·         Interfaces homem/computador tornar-se-ão tão íntimas que os usuários serão considerados inteligências supra-humanas.
·         A ciência poderá providenciar meios de expandir o intelecto humano.

            As três primeiras possibilidades dependem em larga escala de melhorias no hardware computacional. Progressos de hardware têm sido uma fantástica constante nas últimas décadas . Baseando-me largamente nesta tendência, acredito que a criação da inteligência superior à humana ocorrerá nos próximos trinta anos. (Charles Platt apontou para o facto de que os entusiastas da Inteligência Artificial tem feito afirmações como estas nos últimos trinta anos. Então não sou culpado de uma ambiguidade de tempo relativo, para ser mais específico: Ficarei surpreso se este evento ocorrer antes de 2005 ou depois de 2030.)

            Quais serão as consequências deste evento? Quando a inteligência mais-que-humana conduzir o progresso, este progresso será muito mais rápido. De facto, parece não haver razão pela qual o próprio progresso não envolva a criação de entidades ainda mais inteligentes – Ou ainda – Numa escala de tempo mais curta. A melhor analogia que vejo é a do nosso passado evolutivo: Animais podem adaptar-se aos problemas e criar invenções, mas não numa velocidade superior à que a selecção natural poderia trabalhar. O mundo age como seu próprio simulador no caso da selecção natural. Nós humanos temos a habilidade de interiorizar o mundo e conduzir os “se, porquês e senãos” em nossas mentes; nós podemos resolver muitos problemas milhares de vezes mais rápido que a selecção natural. Agora, pela criação de meios para executar estas simulações a velocidades muito superiores, estamos a entrar num regime radicalmente diferente do nosso “passado” humano, como nós humanos experimentamos em relação aos animais inferiores.

            Sob o ponto de vista humano esta mudança será uma rejeição de todas as regras prévias, talvez num piscar de olhos, uma fuga exponencial para além de qualquer esperança de controlo. Desenvolvimentos que antes pensava-se que aconteceriam apenas em “um milhão de anos” irão provavelmente acontecer no próximo século. Em [5], Greg Bear pinta a imagem das maiores mudanças acontecerem em questão de horas.)

            Parece-me justo chamar este evento singularidade (“a Singularidade” para os propósitos deste trabalho). Este será um ponto onde os nossos velhos modelos deverão ser descartados e uma nova realidade imperará. Assim que estivermos próximos a este ponto, ele assomar-se-á mais vasto e vastamente sobre os assuntos humanos até que a noção tornar-se-á um lugar-comum. E ainda quando finalmente acontecer, isto poderá ser uma grande surpresa e um imenso desconhecido. Nos anos de 1950 houve muitos que viram isto: Stan Ulam [28] parafraseou John von Neumann dizendo:

“ Uma conversa centrada no progresso cada vez mais acelerado da tecnologia e mudanças no modo de vida humano, que dão a aparência de aproximarem-se de alguma singularidade essencial na história da espécie, pela qual as relações humanas, tal como conhecemos, não poderiam continuar.”

            Von Neumann usa ainda o termo singularidade, embora pareça que ele está a pensar no progresso normal, não na criação do intelecto supra-humano. (para mim, a supra-humanidade é a essência da singularidade. Sem a qual iríamos ter uma abundância de riquezas técnicas, nunca devidamente absorvidas).

            Nos anos 60 já havia o reconhecimento de algumas implicações da inteligência sobre-humana. I.J. Good escreveu [11]:

            “Uma máquina ultra-inteligente será definida como uma máquina que poderá ultrapassar todas as actividades intelectuais de qualquer homem, por mais inteligente que seja. Desde o design de máquinas, que é uma destas actividades intelectuais, uma máquina ultra-inteligente poderá mesmo projectar máquinas melhores; poderia haver então uma “explosão de inteligência”, e a inteligência do homem seria deixada para trás. Assim a primeira máquina ultra-inteligente seria a última invenção que o homem precisaria fazer, desde que a máquina seja dócil o suficiente para nos dizer como mantê-la sob controlo… É provável que ainda no século XX o homem construa a tal máquina inteligente, sendo esta a sua última invenção.”

Good captou a essência da fuga, mas não seguiu as suas consequências mais perturbadoras. Nenhuma máquina inteligente deste tipo que ele descreveu seria uma “ferramenta” da humanidade – assim como os humanos não são ferramentas dos coelhos, dos pintassilgos ou dos chimpanzés.


                                                                            ***

Texto na íntegra em: http://www.kurzweilai.net/the-technological-singularity





sábado, 16 de junho de 2012

Enquanto isso, nos E.U.A...

                                                        

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O Crepúsculo do Homem Moderno

                                                              
      Nas escolas, nossos professores não nos ensinaram a pensar, ensinaram-nos a aceitar a lógica do rebanho como verdade - E nós, como bons aprendizes de imbecis que somos, jamais questionamos os ensinamentos dos nossos “mestres”. Interiorizamos a doutrinação ao nível mais profundo da psique, de modo que até parece que somos nós que pensamos: um caso bem-sucedido de engenharia social.
       Nem ao menos sabemos quem realmente moldou nosso pensamento, apenas repetimos e repetimos, indefinidamente, as máximas que de tanta “piedade” que exprimem, seriam cristãs se não fossem ateias e humanistas seculares.
         “Todos têm direito a tudo”, “Somos pela igualdade verdadeira entre os homens”, “Basta de intolerância!”… São alguns dos nossos chavões preferidos – Preconceito é crime, deveria ser punido com a morte ou prisão com direito a maus-tratos (incluindo a violação) pelas mãos das vítimas do mesmo. – Vejam só, somos tão “bonzinhos” e pacíficos, que defendemos o mal contra os “maus”, mas claro... Somos sempre contra qualquer tipo de violência.
         O homem bom é pacífico e compreensivo, não se importa que a sua esposa tenha amantes, que as suas filhas engravidem de negros, que seus filhos homens gostem de homens, nem que estejam entupidos de drogas. A “liberdade” não tem preço!
          Não nos importamos que existam classes parasitárias de alto e baixo escalão, afinal de contas “todos têm direito a tudo”. Não nos importamos com a correcta aplicação da justiça, pois os criminosos também são vítimas e as vítimas também são criminosas. De igual forma, somos a favor do desarmamento de todos os civis, afinal são todos crianças ou bandidos: No nosso mundo as armas disparam sozinhas e apenas as armas de fogo tem o poder de matar.
Somos extremamente favoráveis à mestiçagem: Se somos todos iguais em necessidades básicas e todos exalamos fedor depois de mortos, logo não existem raças superiores! Deixem que se misturem o ainu e o australóide, o latino europeu e o bantu, o eslavo e o haitiano, o cão e o gato, a quimera e o griphon … Nosso mundo é o da perversidade polimórfica: Foucault e Gramsci são nossos profetas!
         Quando nos envolvemos em política, o nosso objectivo primordial é enriquecer rapidamente e é claro, defender os “nobres” princípios da democracia. Criminalizamos pensamentos sempre que isto esteja ao nosso alcance, imaginem: Nós que nos “esforçamos” para manter o mundo das aparências, jamais poderemos tolerar que apareçam Homens mais fortes, sábios, aguerridos e determinados e nos arrebatem mais uma vez o poder das mãos pela força. Criamos então obstáculos constitucionais às Forças da Natureza, criminalizando, palavras, livros e pensamentos, que são os princípios de toda acção Humana. Nossas constituições modernas condenam e criminalizam o identitarismo, o racialismo, o fascismo, o tradicionalismo o nacionalismo, o conservadorismo original, directa ou indirectamente… Tornamos os partidários de tais ideários motivos de pilhéria, difamação e ataques descarados por parte dos nossos media, de modo que estejam eternamente afastados da política e sem nenhuma representatividade. Nós, homens modernos e cosmopolitas costumamos ter uma aparência muito bem cuidada: Vestimos roupas de griffes famosas e usamos produtos de beleza outrora reservados apenas às mulheres e às mocinhas púberes. Cultuamos a beleza do nosso corpo, mas de uma forma muito peculiar: Neste caso, nos importa mais a harmonia das formas do que a contenção e o desencadeamento da potência. Nem ao menos conseguimos honrar o nosso elemento titânico!
   Honra? Desprezamos a honra, honra é machismo, machismo é fascismo e fascismo é tirania. Nosso orgulho está em coisas mais baixas. Amamos o luxo e a ostentação, deixemos a austeridade e a modéstia para os saloios aparvalhados.
    No entanto desconfiamos de que o nosso tempo escasseia, que estamos condenados a cair perante bárbaros incultos que invadem as nossas terras, que saqueiam as nossas casas e violam as nossas mulheres. Somos impotentes perante as próprias leis que inventamos, inspirados por alguma cabala, de topo inacessível para nós.
    Quando estes bárbaros controlarem tudo o que temos, já não nos restará forças para a radicalização das relações de poder. Nossos filhos, a quem acostumamos ao deleite, à passividade e ao pacifismo entregar-se-ão sem luta, como vitelas indefesas perante os carniceiros.
     Sabemos que o nosso tempo escasseia, e a “Era da Razão” está próxima do fim…
   - E então, quando tudo estiver consumado e a Razão finalmente estiver morta, das chamas do Caos e da Paixão ressurgirão os heróis e os semideuses, restabelecendo pela força a Ordem perdida, dando início à uma nova idade de ouro, livre de nossa patética presença.





segunda-feira, 21 de maio de 2012

Uma linda maçada: Professor universitário devolve diploma a Reitor da Universidade Federal Fluminense.

Por Avelino Rui de Oliveira Taveirós

"Roberto de Sousa Salles, Reitor da Universidade Federal Fluminense, comunico que enviei para você nesta data, 7 de maio de 2012, por Sedex (código para rastreamento SI375026628BR), o meu diploma de Engenheiro Industrial Metalúrgico outorgado por essa universidade, anexado a carta no seguinte teor:
Anexado à presente, devolvo a essa universidade, aos seus cuidados, o meu diploma de Engenheiro Industrial Metalúrgico outorgado por essa universidade. Esse diploma foi motivo de grande orgulho para mim, desde quando o conquistei e recebi, até o dia 4 de maio de 2012, quando essa universidade, sub sua regência, outorgou o título de Doutor Honoris Causa a Luiz Inácio “Lula” da Silva.
Não aceito ser bacharel por uma universidade que, por um lado, é tão rigorosa ao selecionar e diplomar seus alunos e, por outro lado, outorga alegremente o título de Doutor Honoris Causa a um indivíduo que ao longo de toda a sua vida pública tem demonstrado reiteradamente profundo desprezo pela educação formal.
Sem levar em conta aspectos éticos e políticos da história desse indivíduo, entendo que qualquer reitor de qualquer universidade que outorgar a ele qualquer título honorífico estará debochando de todos aqueles que concorreram a vagas, cursaram faculdades e se diplomaram nessa universidade. A Universidade Federal Fluminense praticou, sob a sua regência, um ato de vassalagem voluntária que denigre a história da universidade e diminui o mérito de todos que nela conquistaram algum título respeitando a educação formal e se dedicando ao estudo e à aquisição de conhecimento.
A História mostra que muitas pessoas e até mesmo povos inteiros já foram submetidos a vassalagem involuntária. A História mostra também que muitos resistiram e lutaram bravamente contra essa vassalagem involuntária e, independentemente do sucesso ou do fracasso dessa luta, o simples fato de terem resistido e lutado os honra. A grande maioria se acomodou e isso não constitui uma desonra – apenas faz parte da natureza humana. A verdadeira desonra é a vassalagem voluntária – que caracteriza uma minoria que ainda não entendeu e não representa a verdadeira natureza humana.
Preste vassalagem em seu próprio nome. Não envolva a universidade e o seus corpos docente e discente passados, presentes e futuros nos seus atos de vassalagem. Se quer se dar ao desfrute de espojar diante de quem quer que seja, tenha a coragem de fazê-lo em seu próprio nome, sem arrastar no chão a toga da Universidade Federal Fluminense.
Receba, senhor Reitor, o meu profundo pesar e a mais plena reprovação por esse ato."
República Federativa do Brasil, 7 de maio de 2012

Avelino Rui de Oliveira Taveirós, professor da Escola de Engenharia Industrial Metalúrgica de Volta Redonda, é Engenheiro Industrial Metalúrgico formado na Décima Terceira Turma da UFF.

  O Dr. Taveirós com certeza é um homem honrado e corajoso. São homens deste calibre que fazem falta na política brasileira. (e quiçá, na política internacional).

Foto: Ricardo Stuckert

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Marxismo Cultural X Fascismo Cultural

Discurso Contra a Anencefalia

       É certo que toda a vida é uma dádiva sagrada e não se pode contestar a veracidade de tal afirmação. As pessoas mais sábias aprendem sempre algo quando adoecem: Aprendem a louvar a saúde e recebem a compreensão do valor de uma existência saudável e plena. A convalescença nestes casos é acompanhada de uma renovação de ânimo e de uma indescritível alegria de viver, todas as coisas belas afiguram-se ainda mais belas, tudo é mais claro; o bem e o mal são melhor compreendidos.
   "As grandes doenças da alma, bem como as do corpo, renovam o homem; e as convalescenças espirituais não são menos agradáveis nem menos miraculosas do que as físicas." (d’Annunzio, em “O inocente”)
            Mas e quanto aqueles que padecem de doenças incuráveis e extremamente dolorosas? Qual será o testemunho plausível? Mesmo as pessoas mais fortes e sábias sob tais condições, cedo ou tarde acabam por “quebrar” quando a doença arrasta-se por meses a fio e o definhar galopante não se detém em seu trote destruidor. O milagre depende de muitos factores que não estão de todo ligados à religiosidade, pois se assim fosse, a maioria dos praticantes dos cultos dogmáticos jamais adoeceriam ou morreriam e teríamos centenas de milhões de matusaléns a caminhar debaixo do sol.
            Mesmo com toda ajuda e carinho dos entes queridos, fatalmente chegará o momento em que o doente, já no limiar da lucidez dirá a si próprio: - Não faz mais sentido, já não quero continuar! E é aí que um direito humano lhe é negado: O direito de morrer com dignidade enquanto a mente ainda mantém a lucidez e o indivíduo ainda não foi esmagado pelo peso do sofrimento.
            Os dogmáticos objetarão com frases feitas como: “O ser humano não tem o direito de tirar a própria vida”,“Deus é o único que pode decidir” e coisas do gênero. Para essas pessoas “bondosas” só posso desejar uma morte tranqüila e rápida. Aqui, mais uma vez estes "pios" precursores da modernidade agem como verdadeiros vilões e difamadores da vida saudável, pois desejam “salvar” as próprias almas do inferno às custas do sofrimento alheio, mesmo quando sabem (ou desconfiam) que tal sofrimento é inútil e não tem o valor edificador de outras formas de sofrimento, pois não é possível vencê-lo e supera-lo em vida. Um “teatro” de fantoches desprezível e desnecessário.
            De igual forma, desprezíveis, são estes “piedosos” militantes que se dizem contrários ao aborto de fetos anencéfalos. Um feto anencéfalo é um ultraje à plenitude da vida, um erro da natureza. Mesmo tratando-se funcionalmente de um ser vivente, quem poderá atribuir um “espírito” a uma destas criaturas? Os sentimentos que tais seres devem despertar num indivíduo piedoso e saudável, não são a piedade e a compaixão, mas a repulsa e o desprezo.                                
   Permitir que nasça ou tentar extender o tempo de vida de um anencéfalo é uma autoflagelação imoral e inútil com pretexto de piedade. Uma crueldade que só pode partir de pessoas com transtornos mentais, que são afeitas a tudo o que é bizarro, vil e ultrajante. Tais indivíduos são anencéfalos por afinidade. 

nota: O autor do texto é contra o aborto de crianças saudáveis.

ATENÇÃO, IMAGENS FORTES:

sábado, 5 de maio de 2012

Uns inventam, outros apenas consomem e pagam os royalties.


            Esta imagem estava a circular numa destas redes sociais inúteis (que algumas vezes não são assim tão inúteis) e sintetiza todo o sentimento de "irredentismo" espiritual que é uma característica fundamental dos cultos superiores da Antiguidade. Sem mais delongas, a imagem vale por mais de mil palavras.